Funções da Linguagem
1. Função referencial ou denotativa:
Referente é o objeto ou situação de que a mensagem trata (sobre o que falar). A função referencial privilegia justamente o referente da mensagem, buscando transmitir informações objetivas sobre ele (informar). Essa função predomina nos textos de caráter científico e é privilegiado nos textos jornalísticos.
Geralmente na 3ª pessoa.
Ex.: O transito está parado
1. Função referencial ou denotativa:
Referente é o objeto ou situação de que a mensagem trata (sobre o que falar). A função referencial privilegia justamente o referente da mensagem, buscando transmitir informações objetivas sobre ele (informar). Essa função predomina nos textos de caráter científico e é privilegiado nos textos jornalísticos.
Geralmente na 3ª pessoa.
Ex.: O transito está parado
2. Função emotiva ou expressiva:
Através dessa função, o emissor imprime no texto as marcas de sua atitude pessoal: emoções, avaliações, opiniões. O leitor sente no texto a presença do emissor.
Geralmente na 1ª pessoa.
Ex.: Eu penso que você é bem resolvido.
3. Função conativa ou apelativa:
Essa função procura organizar o texto de forma a que se imponha sobre o receptor da mensagem, persuadindo-o, seduzindo-o. Nas mensagens em que predomina essa função, busca-se envolver o leitor com o conteúdo transmitido, levando-o a adotar este ou aquele comportamento.
Idéia de ordem, pois pretende influenciar o comportamento do receptor.
Verbo no imperativo: Faça, compre, beba, ligue, leve.
Ex.: Beba Coca-Cola!
Essa função procura organizar o texto de forma a que se imponha sobre o receptor da mensagem, persuadindo-o, seduzindo-o. Nas mensagens em que predomina essa função, busca-se envolver o leitor com o conteúdo transmitido, levando-o a adotar este ou aquele comportamento.
Idéia de ordem, pois pretende influenciar o comportamento do receptor.
Verbo no imperativo: Faça, compre, beba, ligue, leve.
Ex.: Beba Coca-Cola!
4. Função fática:
A palavra fático significa “ruído, rumor”. Foi utilizada inicialmente para designar certas formas que se usam para chamar a atenção (ruídos como psiu, ahn, ei, alô). Essa função ocorre quando a mensagem se orienta sobre o canal de comunicação ou contato, buscando verificar e fortalecer sua eficiência. Também é utilizada para confirmar a mensagem (..., entendeu?; ..., correto?)
Ex.: Psiu.
O senhor pretende pagar parcelado em duas vezes, correto?
A palavra fático significa “ruído, rumor”. Foi utilizada inicialmente para designar certas formas que se usam para chamar a atenção (ruídos como psiu, ahn, ei, alô). Essa função ocorre quando a mensagem se orienta sobre o canal de comunicação ou contato, buscando verificar e fortalecer sua eficiência. Também é utilizada para confirmar a mensagem (..., entendeu?; ..., correto?)
Ex.: Psiu.
O senhor pretende pagar parcelado em duas vezes, correto?
5. Função metalinguística:
Quando a linguagem se volta sobre si mesma, transformando-se em seu próprio referente, ocorre a função metalinguística.
É quando a linguagem é usada para explicar a própria linguagem.
Ex.: Rebuscado quer dizer complexo.
Quando a linguagem se volta sobre si mesma, transformando-se em seu próprio referente, ocorre a função metalinguística.
É quando a linguagem é usada para explicar a própria linguagem.
Ex.: Rebuscado quer dizer complexo.
6. Função poética:
Quando a mensagem é elaborada de forma inovadora e imprevista, utilizando combinações sonoras ou rítmicas, jogos de imagem ou de ideias, temos a manifestação da função poética da linguagem. Essa função é capaz de despertar no leitor prazer estético e surpresa. É explorado na poesia e em textos publicitários.
Ex.: “A cada canto um grade conselheiro,
Que nos quer governar cabana e vinha,
Não sabem governar sua cozinha,
E podem governar o mundo inteiro” (Gregório de Matos)
Quando a mensagem é elaborada de forma inovadora e imprevista, utilizando combinações sonoras ou rítmicas, jogos de imagem ou de ideias, temos a manifestação da função poética da linguagem. Essa função é capaz de despertar no leitor prazer estético e surpresa. É explorado na poesia e em textos publicitários.
Ex.: “A cada canto um grade conselheiro,
Que nos quer governar cabana e vinha,
Não sabem governar sua cozinha,
E podem governar o mundo inteiro” (Gregório de Matos)
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